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07/09/2026

07 de Setembro: Dia da Independência do Brasil marca memória histórica e reforça o compromisso com a cidadania

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 07 de setembro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Data que simboliza a Independência do Brasil também representa um momento de reflexão sobre a história, a democracia, a liberdade e a construção de um país para todos

O Brasil celebra, neste 7 de setembro, o Dia da Independência, uma das principais datas cívicas do calendário nacional. A ocasião remete ao processo histórico que levou à separação política do Brasil em relação a Portugal e à formação do país como uma nação independente.

 

Embora o 7 de Setembro esteja diretamente relacionado à proclamação da Independência, a construção do Brasil como nação foi resultado de um processo histórico complexo, que envolveu transformações políticas, econômicas e sociais.

 

Ao longo dos anos, a sociedade brasileira passou por diferentes períodos e mudanças que contribuíram para a consolidação de direitos e instituições. A própria ideia de independência ganhou novos significados conforme o país avançou na construção de sua identidade nacional.

 

Por isso, a celebração da data também pode ser compreendida como uma oportunidade para conhecer e discutir a história brasileira, reconhecendo os diferentes grupos sociais que participaram da formação do país.

 

Independência e cidadania

No Brasil contemporâneo, falar em independência também significa refletir sobre cidadania, liberdade, democracia e direitos sociais. Uma nação verdadeiramente fortalecida depende da participação de seus cidadãos, do respeito às leis, da valorização da educação e da preservação das instituições democráticas. Nesse contexto, o 7 de Setembro deixa de ser apenas uma lembrança do passado e passa a representar uma oportunidade de pensar sobre o presente e o futuro do país.

 

A cidadania é construída diariamente por meio da participação social, do respeito ao próximo, da responsabilidade coletiva e da busca por uma sociedade mais justa e igualitária.

 

Um momento para olhar para o futuro

Celebrar a Independência do Brasil não significa apenas recordar um acontecimento ocorrido há mais de dois séculos. A data também convida os brasileiros a refletirem sobre o país que desejam construir.

 

Os desafios contemporâneos relacionados à educação, saúde, desenvolvimento econômico, preservação ambiental, redução das desigualdades e garantia de direitos demonstram que a construção de uma nação é um processo permanente.

 

Nesse sentido, a independência pode ser entendida também como um compromisso coletivo com um Brasil mais democrático, desenvolvido, solidário e capaz de oferecer oportunidades para sua população.

 

7 de Setembro: memória e responsabilidade

A história da Independência faz parte da identidade brasileira e deve ser preservada e estudada pelas novas gerações. Ao mesmo tempo, conhecer o passado é fundamental para compreender os caminhos percorridos pelo país e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

 

Neste 7 de setembro, a celebração da Independência do Brasil pode ser acompanhada de uma reflexão sobre o papel de cada cidadão na sociedade.

 

Mais do que uma data no calendário, o momento representa memória, identidade, cidadania e responsabilidade coletiva.

 

Que o 7 de Setembro inspire os brasileiros a valorizar a história, respeitar as diferenças, defender a democracia e contribuir para a construção de um país cada vez mais justo e inclusivo.

Estudantes da escola profissional de Assaré homenageiam tecelãs e tecelões da História: pensadores e teóricas de Assaré, do Cariri, do Brasil e do Mundo | CARIRI OESTE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 07 de setembro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias    @joaolucianf

No final da tarde do sábado (05), escolas municipais e estaduais do município de Assaré-CE participaram do tradicional Desfile Cívico em alusão a data do 07 de setembro. A Escola Estadual de Educação Profissional Antonia Nedina Onofre de Paiva inaugurada em 22 de outubro de 2014 foi uma das instituições de ensino que garantiram presença fazendo o encerramento deste momento cívico.

A escola conta hoje com uma matrícula de 456 alunos, formando profissionais técnicos em Administração, Agropecuária, Informática, Desenho de Construção Civil e Design de Interior.

O núcleo gestor é formado pela Diretora Escolar Meiriane Alves e pelos coordenadores escolares Antonio Carlos da Silva, Ivaneide Brito e Carlos Renir. A secretária escolar é Luciana Feitosa e o assessor financeiro é William Adriano.

Com a temática “O ENSINO PROFISSIONAL TECENDO UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA COM RESPEITO, INCLUSÃO E EQUIDADE”, a referida instituição de ensino destacou o poder da educação profissional como pilar de transformação social, formando cidadãos preparados para o mercado de trabalho e conscientes do seu papel na construção de um Brasil mais justo e independente.

No 2º pelotão temático foi apresentado a reflexão “Educação Insurgente: tecendo saberes antirracistas, para construir novo sentidos” onde a escola se apresentou como um grande tear. No entrelaçamento de saberes, trajetórias, identidades, corpos e vozes, estudantes teceram pelas principais ruas do município uma educação viva, marcada pelo respeito e pela valorização das diversidades.

À frente deste pelotão, um Livro — o fio do conhecimento. Dele, desprenderam-se fios coloridos que representaram a pluralidade, atravessando os estudantes e guiando caminhos. Momento de uma homenagem marcante as tecelãs e os tecelões da História: pensadores e teóricas de Assaré, do Cariri, do Brasil e do Mundo, cujas vozes sustentam saberes insurgentes e práticas pedagógicas antirracistas.

Logo atrás, um Lápis - ferramenta que escreve histórias plurais. Representa as vivências e as práticas reais da Escola Antonia Nedina, capazes de desestabilizar estruturas de dominação e transformar realidades.

Encerrando este pelotão, a estudante Esmeralda Viana desfilou como uma Realeza Africana, simbolizando o protagonismo negro, as desaprendizagens necessárias e as mudanças de perspectiva que a educação antirracista geram na juventude. Esmeralda, estudante integrante da Vivência — Ceará: Território Negro (2026), entoou a música “14 de Maio de Lazzo Matumbi”.

É na escola que aprendemos que cada pessoa possui uma história, uma cultura, uma identidade e uma dignidade que devem ser respeitadas. Esta foi a mensagem levada pela EEEP Antonia Nedina Onofre de Paiva.

06/09/2026

Escola profissional de Assaré desfila com a temática: “O ENSINO PROFISSIONAL TECENDO UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA COM RESPEITO, INCLUSÃO E EQUIDADE” | ASSARÉ-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 06 de setembro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias      @meiryalvescavalcante

Fotografia - Werisleik Gois | Marketing Nedina

No final da tarde do sábado (05), escolas municipais e estaduais do município de Assaré-CE participaram do tradicional Desfile Cívico em alusão a data do 07 de setembro. A Escola Estadual de Educação Profissional Antonia Nedina Onofre de Paiva inaugurada em 22 de outubro de 2014 foi uma das instituições de ensino que garantiram presença fazendo o encerramento deste momento cívico.

A escola conta hoje com uma matrícula de 456 alunos, formando profissionais técnicos em Administração, Agropecuária, Informática, Desenho de Construção Civil e Design de Interior.

O núcleo gestor é formado pela Diretora Escolar Meiriane Alves e pelos coordenadores escolares Antonio Carlos da Silva, Ivaneide Brito e Carlos Renir. A secretária escolar é Luciana Feitosa e o assessor financeiro é William Adriano.

Com a temática “O ENSINO PROFISSIONAL TECENDO UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA COM RESPEITO, INCLUSÃO E EQUIDADE”, a referida instituição de ensino destacou o poder da educação profissional como pilar de transformação social, formando cidadãos preparados para o mercado de trabalho e conscientes do seu papel na construção de um Brasil mais justo e independente.

A comissão de frente foi composta por alunos que levaram a faixa com o nome da escola e o tema apresentado no desfile; a bandeira da escola; o brasão do estado do Ceará e da EEEP Antonia Nedina; as bandeiras do Brasil, do estado do Ceará e dos três municípios que formam o consórcio de abrangência da escola: Assaré, Tarrafas e Antonina do Norte e as bandeirantes que levaram as 27 bandeiras que simbolizam os estados brasileiros e o distrito federal.

Em seguida, os presentes conferiram um pelotão formado pelo núcleo gestor e os professores da escola. Sendo estes - Lucerlândia, Júlia, Damiana, Marciana, Diana, Norma, Lucélia, Karine, Roseralda, Jardiane, Janiele, Evilânia, Cleudo, Werisleik, Paulo Henrique, Lucélio, Fernando, Matheus, Lucian e a secretaria Luciana.

Na sequência, desfilaram também os professores da base técnica, acompanhados dos alunos que levaram o logotipo de cada curso da instituição: Administração, que tem, como coordenadora de curso, Alessandra, e, como Orientador de Estágio, Bruno; Informática, que tem, como coordenador de curso, Gutemberg, e, como Orientador de Estágio, Davi; Os Cursos de Desenho de Construção Civil e Design de Interior, que tem, como coordenadora de curso, Fabiana, e, como Orientador de Estágio, Soares; Agropecuária que tem, como coordenador de curso, Secifram, e, como Orientadora de Estágio, Virgínia.

Estudantes componentes do Grêmio estudantil da escola também se fizeram presentes. O grêmio escolar que é uma organização criada para representar os interesses dos estudantes dentro da escola. Sua importância vai muito além de atividades culturais e recreativas, pois desempenha um papel fundamental no desenvolvimento social, político e educacional dos jovens.

No 1º pelotão a escola apresentou-se com o tema “Somos sujeitos em ação na construção do bem-ver” com estudantes devidamente fardados, demonstrando que fazer parte da escola é também assumir responsabilidades, cuidar do espaço, respeitar as diferenças e contribuir para uma convivência mais humana e acolhedora.

Já no 2º pelotão temático foi apresentado a reflexão “Educação Insurgente: tecendo saberes antirracistas, para construir novo sentidos” onde a escola se apresentou como um grande tear. No entrelaçamento de saberes, trajetórias, identidades, corpos e vozes, estudantes teceram pelas principais ruas do município uma educação viva, marcada pelo respeito e pela valorização das diversidades.

À frente deste pelotão, um Livro o fio do conhecimento. Dele, desprenderam-se fios coloridos que representaram a pluralidade, atravessando os estudantes e guiando caminhos. Momento de uma homenagem marcante as tecelãs e os tecelões da História: pensadores e teóricas de Assaré, do Cariri, do Brasil e do Mundo, cujas vozes sustentam saberes insurgentes e práticas pedagógicas antirracistas.

Logo atrás, um Lápis - ferramenta que escreve histórias plurais. Representa as vivências e as práticas reais da Escola Antonia Nedina, capazes de desestabilizar estruturas de dominação e transformar realidades.

Encerrando este pelotão, a estudante Esmeralda Viana desfilou como uma Realeza Africana, simbolizando o protagonismo negro, as desaprendizagens necessárias e as mudanças de perspectiva que a educação antirracista geram na juventude. Esmeralda, estudante integrante da Vivência — Ceará: Território Negro (2026), entoou a música “14 de Maio de Lazzo Matumbi”.

E no 3º pelotão o tema “Cariri: Identidades que pulsam tecendo redes de afeto, arte e resistência”. Este pelotão temático trouxe alguns grupos de resistência da nossa região, expressando, por meio de cores e objetos característicos, a essência de suas identidades.

Neste foram representadas as comunidades quilombolas de Potengi, como a do Sítio Carcará, marcos fundamentais da resistência negra e do combate ao racismo estrutural no sertão. Estas que funcionam como guardiãs de uma rica herança cultural manifestada na agricultura familiar de subsistência, no artesanato local e em festejos tradicionais, como o Reisado de Caretas. A cor verde evocando a ligação profunda desse povo com a terra, a ancestralidade e a esperança de continuidade de seus territórios protegidos.

Também se representou o Povo Indígena Kariri (Crato) que em sua própria toponímia trazem a memória dos povos originários que habitavam o vale muito antes da colonização. Atualmente, os Kariris remanescentes vivenciam um forte processo de retomada étnica, afirmação de identidade e proteção ambiental — especialmente conectados aos recursos hídricos e matas da Chapada do Araripe. Neste a pelotão destacou a cor vermelha como simbolismo do urucum, da pintura corporal de guerra e do sangue dos antepassados que lutaram para manter viva a cultura indígena na região.

E também foi representado a Banda Cabaçal como a célebre tradição mantida em Altaneira — constituindo uma das expressões estéticas e musicais mais antigas e autênticas do Nordeste brasileiro. Unindo traços rítmicos indígenas e africanos à estrutura dos sopros europeus, o conjunto utiliza pífanos, tarol e zabumba para ditar o ritmo de danças e rituais sagrados ou profanos. Neste a cor amarela celebrando a vibração festiva, a musicalidade pulsante e a riqueza do patrimônio imaterial que move o Cariri Oeste.

Os estudantes ainda apresentaram no referido desfile, o Grupo de Capoeira (Serra de Santana - Assaré). Situado na zona rural da terra de Patativa, o grupo de capoeira da Serra de Santana utiliza essa arte — misto de dança, luta e jogo — como uma poderosa ferramenta de inclusão social e cidadania para a juventude sertaneja. Historicamente ligada à libertação e resistência dos povos escravizados no Brasil, a capoeira no topo da serra resgata o som do berimbau e o movimento do corpo como formas de arte e disciplina. Aqui se destacou a cor branca numa alusão ao uniforme tradicional (o abadá), simbolizando a paz, o respeito aos mestres e a harmonia comunitária.

Para complementar a temática abordada, o 4º pelotão teve como tema “Oportunidades que transformam: Educação Profissional tecendo caminhos para um futuro mais justo e inclusivo”.

Neste pelotão foi evidenciado a educação profissional como uma importante política de inclusão, emancipação e transformação social, capaz de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e antirracista. Garantir aos estudantes o acesso à formação profissional significa democratizar oportunidades, ampliar horizontes e romper com barreiras históricas que, em uma sociedade marcada por profundas desigualdades sociais e raciais, limitaram o acesso de muitos jovens à educação, ao trabalho e à ascensão social.

A profissionalização, articulada ao conhecimento científico, à pesquisa, às artes, ao esporte e à formação cidadã, possibilita que os estudantes desenvolvam autonomia, ampliem suas perspectivas de futuro, ingressem no ensino superior e ocupem, com conhecimento e competência, espaços no mundo do trabalho que também lhes pertencem.

Para uma sociedade marcada por desigualdades raciais e sociais, garantir esses acessos é também uma ação antirracista. É enfrentar as barreiras que limitam oportunidades e criar condições para que esses jovens estejam na universidade, na ciência, nas profissões, na cultura, no esporte e em tantos outros espaços de participação e decisão.

Cada conquista rompe uma barreira. Cada oportunidade amplia um horizonte. Cada estudante que avança leva consigo a possibilidade de transformar não apenas a própria trajetória, mas também a realidade ao seu redor. É assim que a escola tece transformação: formando para o trabalho, abrindo caminhos para o ensino superior, fortalecendo talentos e garantindo que conhecimento e oportunidades sejam instrumentos de equidade, autonomia e emancipação.

E para encerrar a participação da Escola Antonia Nedina Onofre de Paiva, a Cavalaria composta pelos alunos do Curso de Agropecuária, lembrando daqueles que, ao longo da história, avançaram com coragem diante dos desafios. O cavalo representando movimento; o cavaleiro, determinação; e a marcha, a capacidade de seguir em frente rumo a um objetivo.

É na escola que aprendemos que cada pessoa possui uma história, uma cultura, uma identidade e uma dignidade que devem ser respeitadas. Esta foi a mensagem levada pela EEEP Antonia Nedina Onofre de Paiva.

03/09/2026

Setembro Amarelo 2026 tem como tema principal “Escutar é estar presente” | BRASIL

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 03 de setembro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

O Setembro Amarelo 2026 traz o tema principal “Escutar é estar presente”, promovido pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) para destacar o valor do acolhimento sem julgamentos.

O que é a Campanha?

É o mês nacional de conscientização e prevenção ao suicídio no Brasil, tendo como lema global para o período de 2024 a 2026 - “Mudar a Narrativa” - incentivando conversas abertas sobre saúde mental.

O dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Quais são os Sinais de Alerta?

- Isolamento social repentino ou afastamento da família e de amigos;

- Falas de desesperança, como "quero desaparecer" ou "preferia estar morto";

- Perda de interesse em atividades que antes davam prazer;

- Mudanças drásticas no sono ou no apetite.

Onde buscar ajuda gratuita?

CVV (Centro de Valorização da Vida): Ligue 188 (atendimento 24 horas por dia) ou acesse o Site Oficial do CVV para chat.

SUS: Procure os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Emergências: Em risco imediato, ligue para o SAMU (192).

BEM-VINDO, SETEMBRO!

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 03 de setembro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias

Um novo mês começa com esperança, renovação e novos caminhos

Setembro chega trazendo consigo a oportunidade de renovar planos, fortalecer propósitos e olhar para o futuro com esperança. Mais do que a chegada de um novo mês, este período representa um convite à reflexão sobre os caminhos que estamos construindo e sobre as transformações que desejamos para nossa sociedade.


Para o Portal Ubuntu Notícias, setembro também é tempo de reafirmar o compromisso com a informação, a comunicação responsável e a valorização das histórias que fazem parte da nossa gente e da nossa região.


Em cada notícia, em cada história e em cada acontecimento, seguimos buscando contribuir para uma sociedade mais informada, participativa e consciente de seu papel na construção de um futuro melhor.


Que setembro seja marcado por novas oportunidades, conquistas, diálogo, solidariedade e boas notícias. Que possamos avançar com responsabilidade, união e esperança, valorizando aquilo que nos aproxima e fortalecendo os laços que fazem a diferença em nossas comunidades.


Seja bem-vindo, setembro!

Que seja um mês de recomeços, realizações e muitos motivos para acreditar em dias ainda melhores.


Portal Ubuntu Notícias — informação que aproxima, histórias que transformam

Escola profissional de Assaré recebe a Profª Ismênia Leite e a roteirista Cheyenne Alencar numa tarde de troca e aprendizado | ASSARÉ-CE

Jornalista Lucélia Muniz

Ubuntu Notícias, 03 de setembro de 2026

@luceliamuniz_09     @ubuntunoticias    @cheyallencar

@ismeniageo

@joaolucianf

Na quinta-feira (10), a EEEP Antonia Nedina Onofre de Paiva localizada no município de Assaré-CE, abre espaço para histórias que nascem do nosso território e ajudam a compreender quem somos.

Receberemos a professora e escritora Ismênia Leite para a apresentação do livro “As Afrodescendências de Assaré”, uma obra que lança luz sobre memória, identidade e ancestralidade a partir da história local.

Na mesma tarde, teremos a exibição do filme NAZARA, com a presença da diretora e roteirista Cheyenne Alencar. A obra propõe um olhar sobre a violência contra a mulher e sobre os corpos femininos atravessados pela violência, pelo medo e pelo silenciamento, utilizando o cinema de horror como linguagem para provocar reflexão sobre uma realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres.

Após a exibição, o encontro com os estudantes amplia essa conversa sobre cinema, criação e sobre como o audiovisual pode transformar questões sociais urgentes em narrativa, memória e resistência.

Mais do que apresentar um livro e exibir um filme, esse momento é um convite para que nossos jovens percebam que a cultura também nasce perto de nós nas nossas cidades, nas nossas memórias, nos nossos corpos e nas histórias que ainda precisam ser contadas.

Essa atividade terá como público-alvo os alunos do 2º ano do Ensino Médio e é parte dos estudos sobre a experiência de violência colonial no Brasil, as estratégias de resistência negra e as afrodescendências nesse território. Coordenada pela área de Ciências Humanas da referida escola, a atividade aponta para o seu compromisso com a construção de uma educação antirracista. A mediação ficará por conta do professor de História, João Lucian.

Serviço
10 de setembro | Quinta-feira

Horário: 13h30

Local: Auditório da EEEP Antonia Nedina Onofre de Paiva

Conhecer nossas raízes, reconhecer nossas violências e contar nossas histórias também são formas de transformar o futuro.