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Notícias, 10 de julho de 2026
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Jornalista Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 09 de julho de 2026
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Abrindo os festejos à Padroeira Senhora Sant'Ana, a Sociedade Teatral Santanense apresenta um espetáculo Teatral Musical emocionante, retratando a vida da maior educadora de todos os tempos: Santa Ana; que na tradição cristã é esposa de Joaquim, mãe de Maria Santíssima e avó do Salvador Jesus.
Com roteiro, texto e direção de Raimundo Sandro Cidrão, o espetáculo promete emocionar o público e fortalecer ainda mais esse momento de fé e identidade para Santana do Cariri.
Data: 11 de
julho de 2026 (sábado)
Horário:
18h30
Local: Praça Padre Cristiano Coelho em Santana do Cariri-CE
Venha viver uma noite especial de cultura, espiritualidade e tradição, celebrando a história da padroeira do município de Santana do Cariri por meio do teatro e da música.
Realização:
Sociedade Teatral Santanense
Apoio:
- Governo
Municipal de Santana do Cariri, através da Secretaria de Cultura, Turismo e
Romaria.
- Paróquia
Senhora Sant’Ana.
Jornalista Lucélia Muniz
Ubuntu Notícias, 09 de julho de 2026
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A Expocrato 2026 é a edição de 2026 da tradicional Exposição Centro-Nordestina de Animais e Produtos Derivados, realizada anualmente no Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcante, na cidade do Crato, no sul do Ceará. É considerada uma das maiores feiras agropecuárias do Norte e Nordeste e um dos eventos mais importantes do calendário cultural e econômico do estado.
A
programação reúne dois grandes eixos:
Feira
agropecuária, com
exposição e julgamento de animais, leilões, palestras, negócios do agronegócio,
exposição de máquinas e tecnologias para o campo.
Festival Expocrato, que traz grandes atrações da música brasileira, além de praça de alimentação, parque de diversões, artesanato e diversas atividades culturais.
A Expocrato teve sua primeira edição em 1944 e, ao longo de mais de oito décadas, tornou-se um importante espaço para fortalecer o agronegócio, valorizar a cultura do Cariri e impulsionar o turismo e a economia regional. Todos os anos, recebe centenas de milhares de visitantes de diversas partes do Brasil.
Para a
edição de 2026, a organização anunciou a realização entre 11 e 19 de
julho (sem programação no dia 13), com promessa de estrutura ampliada,
grandes shows e a continuidade da tradicional feira agropecuária.
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Lucélia Muniz
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Notícias, 09 de julho de 2026
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Se encerra mais uma edição do Festival Patativa do Assaré, celebrando a força da poesia, da cultura e da memória do eterno poeta. Na quarta-feira (08), se recordou os 24 anos de memória de Patativa do Assaré. Embora sua partida tenha acontecido em 2002, sua presença continua viva em seus versos, na voz do povo e no coração de todos que reconhecem a grandeza de sua obra.
Patativa do Assaré é o pseudônimo de Antônio Gonçalves da Silva (1909–2002), um dos maiores poetas populares brasileiros e uma das figuras mais importantes da cultura nordestina. Nascido em Assaré, trabalhou durante grande parte da vida como agricultor e teve apenas alguns meses de estudo formal, mas se tornou um dos maiores representantes da poesia oral e da literatura de cordel do país.
Sua obra retrata a vida no sertão, as dificuldades do povo nordestino, a seca, a injustiça social, a religiosidade e o amor pela terra. Escrevia em uma linguagem inspirada na fala do sertanejo, valorizando a cultura popular e a identidade nordestina.
Entre suas obras mais conhecidas estão:
Inspiração Nordestina (1956)
Cante Lá que Eu Canto Cá (1978)
Ispinho e Fulô (1988)
Seu poema "Triste Partida" ficou famoso em todo o Brasil após ser musicado e gravado por Luiz Gonzaga, tornando-se um marco da música e da poesia nordestinas.
Patativa do Assaré faleceu em 08 de julho de 2002, mas seu legado
permanece vivo, sendo estudado em escolas e universidades e considerado um
ícone da literatura popular brasileira.
Jornalista
Lucélia Muniz
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Notícias, 04 de julho de 2026
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Santana do Cariri se entristece com a despedida definitiva do grande artista, carinhosamente conhecido no campo musical como “Chico Palmeira”, apelido advindo de sua infância em Palmeira dos Índios. Um mestre na arte de tocar vários instrumentos musicais. Integrante da Ordem dos Músicos do Brasil, se sobressaia muito bem como sanfoneiro, tecladista, violonista, guitarrista, baterista... tocava também triângulo, pandeiro e zabumba; fazia composições, arranjos e vinhetas; um comunicador popular em vários programas de rádio, inclusive a “Santana FM”. Participou das bandas “Quentes Som”, “Santana Som”, e criou a “Doce Desejo”. Todos estes talentos, herdados do pai, que era pifeiro.
No município santanense desenvolveu um trabalho edificante no campo musical, como professor e como diretor de banda, em tempos que não havia leis de incentivo nem fomento para a Cultura. Era tudo na força da vontade mesmo. Foi capa da Revista “Memórias Kariri”, um reconhecimento da Universidade Federal do Cariri.
Sempre tive uma relação amistosa e uma admiração muito grande por Chico Palmeira. A gente se ajudava artisticamente. Quando desenvolvi meu projeto “Casarão Cultural”, no qual reabri a Casa Grande do Coronel Felinto para visitação, resgatei os grupos de tradição, realizei cursos e oficinas de arte, eventos, shows, aulas de iniciação musical etc., e até serenatas; lá estava ele ao meu lado com seu violão, seu teclado ou sua sanfona, arrebanhando jovens. Nas Festas do ABC do Centro Educacional Sra. Sant’Ana, coroações, festejos juninos, peças teatrais; sua presença era certa. As renovações do Coração de Jesus em minha casa, era ele quem animava com seu violão, e até cantando; onde numa destas ocasiões fez dueto com outro grande da música: Hugo Linard.
Como grande incentivador do Movimento pela Causa da Mártir Benigna, foi ele quem fez os arranjos para gravarmos o “Hino de Benigna”, composto por mim em 2004, bem como acompanhou várias missas nas romarias iniciais.
Externo aqui, em meio à minha tristeza, meu agradecimento a este
grande artista, pai de família, mais um santanense que se vai, deixando um
legado, uma trajetória musical genuína.
Rogo a Senhora Sant’Ana que o conduza a uma boa morada eterna.
Que Deus, doador dos dons, o receba no Paraíso Celeste em alegre festa angelical, com todos aqueles que fizeram da música, um legado de vida.
Que os lírios da pureza da nossa Santa Beata MÁRTIR BENIGNA, de quem era devoto fervoroso, exalem o perfume pacificador para aliviar a dor que fica nos corações dos familiares, parentes e amigos do estimado Chico.
Com profundo pesar,
RAMUNDO SANDRO CIDRÃO e família.
Santana do Cariri, 04 de julho de 2026.
Jornalista
Lucélia Muniz
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Notícias, 04 de julho de 2026
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A espera de um intenso amor
Buscando viver a eterna paixão
Deitada ouvindo soar o vento
Dançando ao som de seu coração
Se perdia nos seus pensamentos
Não notava os grandes sentimentos
Que tirariam sua força e razão.
Tão bela como o céu estrelado
De brilho intenso e encantador
De lábios rosados pela natureza
Dona de rara beleza e esplendor
De formas suaves e delicadas
Pelo tempo não foram transformadas
Irradia em seus olhos o puro amor.
Seu rosto tão belo e tão perfeito
Unindo as contradições existenciais
Entre as barreiras de amor e ódio
Inigualável delicadeza em mortais
Selvagem de dotes inesquecíveis
Uma dama de modos imprevisíveis
Dona de raridade digna aos imortais.
Nesta mulher se espelha insanidade
Daquela que nunca se apaixonou
Em algo tosco e ainda sublime
Da criação de musas se elevou
A beleza descoberta sem enfeites
Reluzindo sem necessitar de braceletes
De luxo sua raridade única se afastou.
Nas formas da sua feminilidade
A própria existência da perfeição
Nas suas curvas um diamante bruto
Belo e por dádiva perfeito na criação
O brilho da própria
Lua cheia de prata
Em seus olhos uma felina aprisionada
Em uma mulher sublime por opção.
Jasmine
Gonçalves – Cronista iniciante e poeta campossalense. Estudante de Ciências
Contábeis na Instituição Anhanguera. Coautora em “Vestígios de Amor” (poemas,
2021) e “Sempre choro de saudade na noite de São João” (literatura de cordel,
2020).
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Lucélia Muniz
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Notícias, 03 de julho de 2026
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O Diário de Anne Frank é uma obra de grande valorização no meio literário. Entretanto, ainda é pouco explorada, dado o seu caráter intelectual, documental e histórico. Esse livro pode ser uma importante ferramenta humana para os dias atuais. Anne Frank nasceu em 1929, na Alemanha. Aos quatro anos foi obrigada a sair do país com a família devido a ascensão de Hitler ao poder.
Quando o nazismo chega a Holanda para onde rumaram, a família Frank é forçada a se esconder no anexo do sótão do escritório de Otto Frank, pai de Anne. Além da garota, seu pai, sua mãe e sua irmã Margot, também se refugiam no esconderijo mais três integrantes da família Van Pels e o dentista Dussel. Em meio ao conflito da Segunda Guerra Mundial, em um ambiente pequeno e fechado, com muitas pessoas, a adolescente se apega ao diário que ganhou no aniversário para expor seus pensamentos, emoções e dúvidas, que são mais do que os conflitos comuns de adolescentes.
Para Anne ainda havia a Guerra, o massacre, a falta de liberdade e de dignidade humana, os sonhos sufocados. A família Frank ainda ficou refugiada no anexo secreto por dois anos, até ser encontrada pelos nazistas. Anne morreu em um dos campos de concentração aos quinze anos. Dos membros da família, apenas Otto Frank sobreviveu. O livro é tão importante que já teve algumas versões e inúmeras edições. O original que a garota escreveu e outra que ela reorganizou para divulgar. Depois da Guerra, seu pai quis realizar o desejo da garota de publicar os relatos. Então, organizou outra versão para resguardar algumas confissões íntimas da menina. Posteriormente, estudiosos fundamentaram a versão atualmente conhecida, de forma a preservar a veracidade e originalidade dos escritos.
Não é preciso terminar de ler o livro para ter certeza de seu valor, antes de chegar a metade, o leitor já se apaixona. O diário de Anne Frank pode ser muito proveitosamente utilizado nas escolas como ferramenta pedagógica (paradidático), visto que na linhagem da História, o livro relata fatos e datas memoráveis, que podem auxiliar no ensino da disciplina.
A obra de Anne Frank é marcada também pelos aspectos da adolescência, os quais podem fazer com que os jovens estudantes se identifiquem, e assim, o diário pode servir de ferramenta socioemocional. Sobretudo, quando a menina descreve suas emoções e sinaliza: “Sinto-me má ao dormir numa cama quente, enquanto em algum lugar meus melhores amigos estão caindo de exaustão ou sendo derrubados”.
Além disso, o livro pode despertar no leitor o desejo de escrever, a garota afirma: “O papel tem mais paciência do que as pessoas”. Anne atenta muito para as questões do dia a dia e põe o leitor a pensar nas questões da vida. Inegavelmente, os relatos da menina prendem o leitor do início ao fim e desperta seus sentimentos, principalmente ao demonstrar sonhos e o desejo de escrever livros: “até agora só contei meus pensamentos ao meu diário... no futuro, vou dedicar menos tempo ao sentimentalismo e mais tempo à realidade”.
O diário de Anne Frank é muito valoroso e atual, um daqueles livros que todos devem ler. A gente cresce com esta ferramenta, que é um verdadeiro manual humano.
Maria
Gerlane Cavalcante – Psicóloga, contista e cronista campossalense. Técnica em
Comércio pela Universidade Estadual do Ceará; Bacharel em Psicologia pela
Universidade Federal do Vale do São Francisco; Especialista em Impactos da
Violência na Escola pela Fundação Oswaldo Cruz; Mestranda em Psicologia pela
Universidade Federal do Vale do São Francisco; Residente Intersetorial em
Primeira Infância (UPE). Coautora em “Poetas e poesias” (2011) e “Somos
Escritores: jovens que escrevem” (2019).
Jornalista
Lucélia Muniz
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Notícias, 03 de julho de 2026
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Campos Sales, a cidade
É Portal do Cariri
A trilha dos viajantes
Que vinham do Piauí
Seguindo sua jornada
Passando nesta estrada
Faziam parada aqui.
Já foi Várzea das Vacas
A fazenda destacada
Para criação de gado
Uma terra consagrada
Na região do Cariri
Os italianos aqui
De Nova Roma chamada.
No seio jaz a Heroína
Grande Bárbara de Alencar
Lutou na revolução
Para o povo libertar
Foi mulher de pulso forte
E vencida pela morte
Aqui veio repousar.
Abrigo do coronel
O Barão de Aquiraz
Gonçalo Batista Vieira
Ele foi homem sagaz
A fazenda construiu
Seu território expandiu
De maneira perspicaz.
Já o Coronel Baleco
Na fazenda Cabeceira
Com a dupla identidade
Seguindo sua carreira
Assinava com seu nome
Outras vezes, sobrenome
Agindo dessa maneira.
Fez política autoritária
Distante da capital
Agia Raimundo Bento
Em território local
Ou Souza Baleco agia
O “chefão” não distinguia
Parecia ser normal.
Campos Sales é destaque
Na cultura regional
E no mês de junho faz
Um enorme festival
As noites são divertidas
Quadrilhas reconhecidas
Num encontro cultural.
Um destaque cultural
Também na religião
Com eventos conhecidos
Por toda população
Há procissões com andor
Uma noite de louvor
Com hinos e pregação.
Destaque na educação
Maria Dulce de Alencar
Tens o reconhecimento
Educadora exemplar
No seio da instituição
Zelou pela educação
Na história desse lugar.
A maioria do seu povo
Produz o seu alimento
Na agricultura e comércio
Faz um grande movimento
E inúmeros servidores
Honestos trabalhadores
Garantindo o seu sustento.
Há poetas repentistas
Escritoras, literatos
Nessa terra acolhedora
Diversos são seus retratos
Sua História é extensa
Em versos que se condensa
Trouxe apenas alguns fatos.
José Roberto Morais - Professor, poeta, cordelista e escritor araripense. Colunista da Revista Sarau e Membro Fundador da Academia Cearense de Literatura de Cordel (ACLC). Autor dos livros: “50 Sonetos”, “Reforma Agrária e o Boi Zebu e as Formigas: uma análise sociológica”, “Fantástico Mundo da Leitura”, “Veredas do Cordel” e “Retalhos do Tempo”; e coautor em algumas antologias.
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Lucélia Muniz
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Notícias, 03 de julho de 2026
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O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, celebrado em 03 de julho, marca a aprovação da primeira lei brasileira antirracista (Lei nº 1.390/1951, ou Lei Afonso Arinos). A data reforça a luta histórica e o avanço recente proporcionado pela Lei nº 14.532/2023, que equiparou a injúria racial ao crime de racismo.
O marco de 1951 foi o primeiro passo jurídico para coibir práticas de preconceito de raça ou cor em território nacional. Mais de sete décadas depois, a legislação foi ampliada e endurecida. Com a sanção da Lei nº 14.532 em 2023, a injúria racial passou a ser tratada como modalidade de racismo, tornando-se um crime inafiançável e imprescritível.
Para aprofundar o entendimento sobre a evolução da legislação, você pode conferir os detalhes da Lei do Crime Racial no Portal Gov.br.
(sen. Paulo Paim) "O Estatuto da Igualdade Racial é a nossa
bússola para as políticas públicas de combate ao racismo. Foi baseado no
Estatuto que aprovamos, por exemplo, a Lei de Cotas. A Lei de Cotas mudou a
cara das universidades brasileiras e, também, o serviço público." Paulo
Paim lista as políticas públicas que considera essenciais no combate à
discriminação racial no Brasil: "Racismo, preconceito e discriminação se
combatem com educação de qualidade. Precisamos combater a violência, garantir
renda, emprego decente. Queremos infraestrutura nas comunidades, queremos
moradia, água potável, saneamento básico para todos, para caminharmos
urgentemente para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro."
Jornalista
Lucélia Muniz
Ubuntu
Notícias, 02 de julho de 2026
@luceliamuniz_09 @ubuntunoticias
O jogo entre Brasil e Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026, será realizado no domingo, dia 5 de julho de 2026, às 17h (horário de Brasília). A partida acontecerá no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos), e definirá quem avança para as quartas de final do mundial.
E aqui no Ubuntu Notícias você pode participar de nosso bolão deixando o seu palpite para o placar do jogo nos comentários. Vamos interagir com a gente no Instagram @ubuntunoticias?
Vai dá BRASIL ou vai dá NORUEGA?
Na capa da matéria vocês conferem os jogadores
Vinícius Jr da Seleção Brasileira e o Erling
Haaland da Seleção Norueguesa.
Jornalista
Lucélia Muniz
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Notícias, 02 de julho de 2026
@luceliamuniz_09 @ubuntunoticias
A Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE é uma entidade regional que congrega personalidades culturais do Cariri Oeste com sede na cidade de Araripe-CE. O objetivo da academia é zelar pelo patrimônio histórico e literário do Cariri Oeste. A Seccional Regional Araripe congrega 10 municípios: Santana do Cariri, Nova Olinda, Altaneira, Potengi, Araripe, Campos Sales, Salitre, Tarrafas, Assaré e Antonina do Norte.
Também denominada de ALB/Araripe-CE, e Academia de Letras de Araripe, foi fundada em 02 de julho de 2016 e instalada em 28 de outubro de 2017. É uma entidade civil sem fins lucrativos, com duração por tempo indeterminado, vinculada à Academia de Letras do Brasil/Seccional Ceará (ALB-CE), à Academia de Letras do Brasil (ALB-Nacional) e à Primeira Academia Mundial da Ordem de Platão, nas quais se inspira seus ritos, exemplos e atuações.
Fui selecionada através de um edital publicado no mês de julho de 2018 para ocupar a Cadeira nº 35 da Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE. Ainda neste ano participei pela primeira vez, junto aos demais acadêmicos, da Missa dos Patronos realizada no dia 24 de agosto de 2018 e da comemoração do 1º aniversário da academia, em Araripe-CE. E, no dia 26 de janeiro de 2019 ingressei efetivamente para o quadro de acadêmicos da Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE tendo como Patrona - a Professora e Artesã – Maria Constância da França Muniz, minha mãe.
Minha 2ª publicação, a pesquisa biográfica sobre a minha mãe e Patrona: a Professora e Artesã Maria Constância da França Muniz, na Coletânea “Patronos” Volume I foi publicada pela Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE no ano de 2018.
E a minha 3ª publicação, uma Crônica intitulada de “Despertar” já foi publicada pela Academia de Letras do Brasil (ALB) na Coletânea Imortais III através da Editora Alternativa no ano de 2019
No ano de 2019 recebi a Comenda 'Benfeitores do Cariri' pela Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE.
E no ano de 2023, no dia 29 de setembro, fui nomeada pelo Prof. Dr. Mário Carabajal para a DIRETORIA DE IMPRENSA DA ALB NACIONAL NA REGIÃO NORDESTE/BRASIL, passando a atuar como Diretora de Jornalismo da Academia de Letras do Brasil ‘Da Ordem de Platão’ (ALB Nacional) para a Região Nordeste.
No dia 10 de novembro de 2023 tive minha Autobiografia publicada no Museu da Pessoa - museu digital e colaborativo de histórias de vida.
E no dia 28 de novembro de 2023 obtive o meu Registro Profissional como Jornalista emitido através do Ministério do Trabalho e Emprego sob o número 0004886/CE, documento valido em todo território nacional. E no dia 26 de abril de 2024 me tornei associada à Associação Brasileira dos Jornalistas-ABJ.
Em 30 de novembro de 2024, a Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE me concedeu o título de "Escritora Maximum Cultus" pela produção na coletânea Patrono I e pelo Portal de Comunicação Ubuntu Notícias.
Em 15 de novembro de 2025, recebi da Academia de Letras do Brasil o Título de Doutora 'Escritora da Ordem de Platão. A maior honraria concedida aos acadêmicos. Um momento dedicado à minha e Patrona, a Senhora Maria Constância da França Muniz, professora e artesã.
Ocupar a Cadeira 35 da Academia de Letras do Brasil/Seccional
Regional Araripe-CE, representando o meu município, Nova Olinda, me torna
guardiã da história de uma das suas munícipes, a minha Patrona, e o compromisso
de representar a minha terrinha querida. Juntam-se a mim nesta missão, representando
Nova Olinda na ALB/Araripe, as também professoras:
Cadeira 17 - Luciana Muniz da França (Professora, Bibliotecária e Escritora)
Patrona - ANTONIA TELES BARBOSA (Francy Teles)
Cadeira 19 – Francisca
Andréia Teles Barbosa Nergino (Professora e
Cerimonialista)
Patrona – JOSEFA MATOS CORDEIRO DE CARVALHO
Jornalista
Lucélia Muniz
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Notícias, 02 de julho de 2026
@luceliamuniz_09 @ubuntunoticias @albararipe
A Academia de Letras do Brasil/Seccional Regional Araripe-CE é uma entidade regional que congrega personalidades culturais do Cariri Oeste com sede na cidade de Araripe-CE. O objetivo da academia é zelar pelo patrimônio histórico e literário do Cariri Oeste. A Seccional Regional Araripe congrega 10 municípios: Santana do Cariri, Nova Olinda, Altaneira, Potengi, Araripe, Campos Sales, Salitre, Tarrafas, Assaré e Antonina do Norte.
Também denominada de ALB/Araripe-CE, e Academia de Letras de Araripe, foi fundada em 02 de julho de 2016 e instalada em 28 de outubro de 2017. É uma entidade civil sem fins lucrativos, com duração por tempo indeterminado, vinculada à Academia de Letras do Brasil/Seccional Ceará (ALB-CE), à Academia de Letras do Brasil (ALB-Nacional) e à Primeira Academia Mundial da Ordem de Platão, nas quais se inspira seus ritos, exemplos e atuações.
Quanto a ALB/Nacional esta tem sede no Brasil em Brasília-DF/Brasil, Seu Presidente Global é o Prof. Dr. Mário Carabajal Lopes. Primeira Academia Mundial da Ordem de Platão – Politicamente Ativa – Organização Internacional de Cultura e entidade com registro na NGO/ONU e Registro de Transparência da UE-União Europeia.
A Seccional Regional Araripe-CE imortalizou a Patrona ALB/ARARIPE, a Sra. Elizabeth Antão de Oliveira Lima. Professora, filha de Santana do Cariri que residia em Recife-PE. Poetisa, escritora e membro da União Brasileira dos Escritores-UBE. Encerrou a sua mais bela poesia na manhã de 09 de novembro de 2022 aos 92 anos.
Os acadêmicos desta são pessoas ligadas a valorização da cultura: Escritores, Entusiastas culturais e benfeitores da sociedade. Muito embora seja uma academia de Letras os seus Acadêmicos estão divididos em três categorias: os escritores, os notáveis (em qualquer área do conhecimento) e os entusiastas culturais.
A Seccional Regional Araripe-CE conta atualmente com 42 Cadeiras nomeadas pelos seus respectivos Patronos. Escritores, professores, poetas, músicos, entusiastas culturais e cidadãos de indiscutível prestígio na sua área de formação/atuação. Todas as Cadeiras da ALB/Araripe-CE têm assento perpétuo e os seus acadêmicos apresentam-se com um Fardão Representativo.
Tem na atual Gestão, os acadêmicos:
Como
Presidente
Cadeira 07 – Antônia
Lúcia Nunes de Alencar Almeida (Professora e
Escritora)
Patrono – UMBELINO NUNES ALENCAR
Cidade – Araripe
E Vice-Presidente
Cadeira 09 - José Irisberto de Souza Ribeiro (Servidor Público e Escritor)
Patrono - ÁLVARO JOSÉ DE SOUSA
Cidade - Araripe
A Academia de Letras do Brasil (ALB) é um movimento cultural e
literário focado em descentralizar a cultura. Ela atua estimulando talentos
locais em municípios e regiões, registrando a história local e promovendo a
literatura como ferramenta de cidadania e desenvolvimento humano, além de ter
grande atuação internacional.